A SÉRIO QUE NÃO SEI…

Quanto mais leio, mais me apercebo que não possuo dimensão cultural e literária suficiente para escrever um livro e muito menos, por respeito, dá-lo a ler aos outros.
Pode ser uma fase, mas para já, apetece-me parar com o meu “projeto de livro”. Não quero ter vergonha do que lá está escrito e do que falta lá escrever.
E a pergunta, tantas vezes repetida, sai mais uma vez escorreita: 
Como é que se publicam tantos “livros” em Portugal?
Duas respostas se aprontam logo.
Ou há bastantes “escritores” ou a vergonha está bastante mal distribuida. 
Remédios…
Parar de ler?
– Não!
Perder a vergonha?
– Não!
A sério que não sei…
destaques

Recent Posts

Luís Amante escreve sobre a poesia do tempo

É o terceiro livro de poesia do autor Ao terceiro livro, o autor reconhece que houve uma evolução nos poemas…

1 dia ago

Quando na Raiva se juntavam trinta e seis barcas serranas e duzentos carros de bois …

Desenho de Joana Santana Em 1954, no jornal “Notícias de Penacova”, o Padre Manuel Marques (que assinava Manuel do Freixo)…

3 dias ago

O Porto da Raiva na segunda metade do século XIX

PORTO DA RAIVA FOTO: SITE DO MUNICÌPIO DE PENACOVA São frequentes as referências ao Porto da Raiva, geralmente associadas ao…

1 semana ago

Vila Nova tem novo alojamento local

Miguel, Margarida e Luís, os donos da Charrua do Mondego Uma família de empreendedores da Riba de Baixo arregaçou as…

2 semanas ago

Apontamentos para a história da Pérgola no centenário da sua construção

No início do século XX, a Sociedade de Propaganda de Portugal inscreveu Penacova no conjunto das 17 localidades portuguesas dignas…

1 mês ago

Movimento mantém luta pelos cuidados continuados

Movimento acredita que o Revive não é solução Um dos rostos do movimento de cidadãos "Mais Saúde para o Hospital…

1 mês ago