PERDI UM AMIGO

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Também eu estou
mais “escuro”.
Não, não é
apenas o rosto, a véstia ou mesmo o olhar mais sombrio! Não, não é!!
É o coração e
alma que sentem a melancolia, o desgosto e a tristeza infinda de ver partir um
amigo. Assim, repentinamente, a notícia cai. Ficamos perplexos, incrédulos, a nossa
cabeça transforma-se num turbilhão de pensamentos, de recordações, de imagens.
Sim de imagens! Imagens de um Homem sereno, tranquilo, sensato, também preocupado,
imagens inesquecíveis de um Amigo!!
O Alberto, não é
conhecido de Penacova, mas gostava da minha, da nossa terra. É um daqueles Amigos
a quem que tive oportunidade de mostrar o Mosteiro de Lorvão, o Penedo do Castro,
os Moinhos, as Barragens, a “Água das Caldas” de o trazer, aos “nossos”
restaurantes, ao Côta, ao Cortiço, ao Vimieiro, ao Aires, à Quinta da Conchada
e já não foi ao Piscinas.
É difícil
escrever mais, e, por mais rico que fosse o meu vocabulário e fértil a minha
imaginação, nunca escreveria melhor, do que o Dr. José Oliveira Alves e o Dr.
Nuno Espinal, transcrevo, por isso, neste meu
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