A esperança renasce em duas rodas

Arménio Neves e a sua motorizada
O incêndio do passado dia 15 de outubro foi funesto para Arménio Neves. Parte da casa onde habita mais a esposa, os anexos, os animais, as oliveiras e a motorizada, tudo foi atingido pela fúria das chamas.
Por volta das nove da noite desse dia, ele e Ermelinda abandonaram Vale do Barco e foram levados para Penacova. Algumas horas depois regressaram e o cenário era de desolação. A onda de solidariedade que, no dia seguinte, começou a ganhar forma, tocou-lhe bem fundo – “nunca pensei que tivesse tanta gente amiga!”.
Conta-me que vieram pessoas de Guimarães para ajudar a pintar a casa, de Sazes e de
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