Casal do Castinçal espera pela reconstrução da casa

Piedade e António, vivem no Castinçal
Há dois meses o “diabo”, como muitos lhe chamam, principalmente os que testemunharam esse dia, destruiu casas, propriedades agrícolas, animais, máquinas, empresas e, sobretudo, vidas humanas. O património construído, na maior parte das vezes, com muito esforço, desapareceu em poucos minutos. Foi o que aconteceu com a habitação de António Oliveira Coimbra, no Castinçal. “Não salvámos praticamente nada! Ficámos só com a roupa que tínhamos no corpo!”, recorda Piedade, a esposa deste antigo padeiro. Da casa ficaram as paredes e um amontoado de ferros retorcidos. “Ardeu tudo, toda uma vida está aqui, reduzida a cinzas! Fomos para casa da minha filha, aqui perto.” 
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